Fique por dentro

LIMPE SEUS RINS

Os anos passam e nossos rins vão filtrando nosso sangue para remover o sal e outros intoxicantes que entram no organismo.

Com o tempo, o sal se acumula e precisamos de uma limpeza. Como fazer isso?


De um modo simples e barato: Pegue um maço de salsa e lave bem. Corte bem picadinho e ponha em uma vasilha com água limpa. Ferva por 10 minutos e deixe esfriar. Coe, ponha em uma jarra com tampa e guarde na geladeira.

Beba um copo todos os dias, e você vai perceber que o sal e outros venenos acumulados nos rins saem na urina.

Você vai notar a diferença!

Há muitos anos a salsa é reconhecida como o melhor tratamento de limpeza dos rins.
E é um remédio natural!
A salsa é uma das ervas com propriedades terapêuticas menos reconhecidas. Ela contém mais vitamina C do que qualquer outro vegetal da nossa culinária (166mg por 100g).

Isso é três vezes mais que a laranja.

A salsa contém também ferro (5.5mg /100g), magnésio (2.7mg / 100g), cálcio (245mg / 100g) e potássio (1mg / 100g) .

De acordo com o Padre Kniepp, essa planta é um poderoso diurético, curando a retenção de água no organismo, sendo recomendada para pedra nos rins, reumatismo e cólica menstrual.

Sua alta concentração de vitamina C ajuda na absorção de ferro.

O suco de salsa, sendo uma bebida natural, pode ser tomado misturado com outros sucos, 3 vezes ao dia.

As folhas podem ser mantidas no congelador, e seu uso é recomendado na culinária diária, pois além de saudáveis, dão ótimo sabor a qualquer receita.



POR QUE TOMAR O CHÁ DE AMORA

O chá de amora possui propriedades que ajudam a manter o equilíbrio do organismo, possui cálcio , potássio , magnésio , ferro , proteínas, zinco e fibras.
O chá de amora é um alimento funcional, não é um medicamento, no entanto seu uso está associado ao controle natural de algumas enfermidades como : diabetes, obesidade, ossos, rins, fígado e circulação.
Bastante apreciado pelos asiáticos, especialmente pelos japoneses, o chá de amora é tema de estudos e pesquisas pelo Ministério da Saúde do Japão. Seus resultados com pesquisas feitas em ratos, surpreenderam comprovando que o chá de amora melhora o funcionamento do fígado e dos rins, diminui a pressão arterial e a taxa de glicemia e é diurético.

Algumas sugestões de uso, baseadas na tradição popular;
MANUTENÇÃO DA SAÚDE
REGIME (OBESIDADE)
CRIANÇAS
CALVICE

Para auxiliar na perda de peso:
Toma o chá diariamente , use como água , fazendo uma dieta para emagrecimento o resultado será muito mais seguro.
Para crianças: Misturar o chá de amora ao suco de frutas , uva por exemplo ou frutas regionais.
Para calvície: Tomar o chá durante 6 meses , há relatos de pessoas que obtiveram excelentes resultados.
Sugestão de uso: 2 a 3 colheres das de sopa para 1 litro de água. Ferver por cerca de 5 a 10 minutos e coar. Servir natural quente ou gelada durante o dia.
Fonte de informação: VIDA PLEMA.

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Tudo Sobre Celulite
By Simone Peccini

Hoje estou publicando a entrevista com a Fisioterapeuta Simone Peccini.

A Simone Peccini faz tratamento domiciliar para Celulite, Gordura Localizada, Fortalecimento Muscular, Flacidez da Pele, Retenção de Líquido, Pós-Operatório e Estrias. Qualquer dúvida, entre em contato com a Simone no final desta postagem.

Entrevista:

Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Na sua opinião, a celulite tem cura?


Simone Peccini - A Celulite não tem cura, mas pode ser amenizada com alimentação balanceada, atividade física e tratamentos estéticos feitos com um profissional.


Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Como prevenir?

Simone Peccini- Se a pessoa quiser evitar o seu surgimento, ou quiser que as Celulites já existentes não evoluam mais,
não deve ingerir bebidas alcóolicas, não deve abusar de açúcar e seus derivados, sal, frituras e Carboidratos. Fazer atividade física e ingerir no mínimo 2 litros de água por dia.

Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Quais alimentos devemos evitar?


Simone Peccini- Sal, Doces, Frituras, Bebidas Alcóolicas Fermentadas (cerveja, vinho) e Carboidratos (se não estiver fazendo atividades físicas aeróbicas, pois se não gastar, se transforma em açúcar e acumula naquelas regiões indesejáveis como abdomem, pneuzinhos, culotes)

Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Quais alimentos devemos consumir? É verdade que o licopeno encontrado no tomate pode ser um aliado contra a celulite?

Simone Peccini - Devemos consumir alimentos ricos em fibra, integrais, verduras, frutas (principalmente as vermelhas que são antioxidantes), vitamina C, termogênicos (canela, chá-verde, gengibre, pimenta vermelha, vinagre de maçã, laranja, óleo de coco, linhaça)
O Licopeno é um grande aliado, mas utilize em forma de molho. A melancia também tem licopeno e pode ser consumida "in natura".

Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Refrigerante Diet e Light dão Celulite?

Simone Peccini- Os refrigerantes diet e light não dão celulite. A maior vilã da celulite é o açúcar.
Se estiver consumindo refrigerante diet ou light, fique atento com o adoçante utilizado na bebida. O consumo de ciclamato de sódio em excesso facilita a retenção de líquidos. Retendo líquidos, prejudica a circulação e pode aparecer celulite.

Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Existe algum SUCO ANTICELULITE ? Você poderia indicar a receita?

Simone Peccini - Existe sim. Esse suco é ótimo, pois ajuda a eliminar as toxinas. Ele é antioxidante e ainda diminui a retenção de líquido no organismo. Estou enviando a receita para seu e-mail para você postar em seu blog.

Receita do Suco Anticelulite indicado pela Simone Peccini está no link: http://www.maurorebelo.com.br/ 2011/10/sucos.html



Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Quais são os tratamentos disponíveis e na sua opinião, qual é o tratamento mais indicado? Existe alguma outra receita que você gostaria de compartilhar?

Simone Peccini - Existem vários tratamentos disponíveis no mercado, o ideal é que a pessoa passe por uma avaliação com um profissional para poder saber qual é o melhor tratamento indicado, pois existem algumas contra indicações que devem ser respeitadas.

Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Meu público é em maioria mulheres, mas você acha que homem também se preocupa com celulite?

Simone Peccini - O homem não se preocupa com Celulite. Ele se preocupa com a gordurinha.

Blog CULINÁRIA-RECEITAS - Qual conselho você deixa para os leitores do blog CULINÁRIA-RECEITAS em relação ao tema celulite?

Simone Peccini - Leitora do blog CULINÁRIA-RECEITAS, não se desespere, pois existe uma solução para que você melhore. Basta ter força de vontade e disciplina seguindo as dicas apresentadas aqui nesta entrevista.
Qualquer dúvida entre em contato comigo nos contatos que o Mauro Rebelo divulgará nesta entrevista.



Dúvidas? fale com a Fisioterapeuta Simone Peccini
Facebook: http://www.facebook.com/ profile.php?id=100001736012024
E-mail: s.peccini@globo.com
Tel.: 21 9515-2343


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Nutricionista lista os 10 piores alimentos para sua saúde.

Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Más o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e pode ser um risco para a saúde.
Para esclarecer esses problemas a nutricionista Luciele Schoffro Cook listou os 10 piores alimentos de todos os tempos.
Para receber grátis o e-book em formato pdf sobre os 10 piores alimentos para sua saúde, clique em Contato e solicite o seu.

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Vacina contra a doença celíaca apresenta resultados promissores na Fase I

Primeira vacina do mundo em potencial para a doença celíaca tem demonstrado resultados promissores para o tratamento da doença celíaca em uma fase I de ensaios clínicos e é esperado para mover-se para ensaios de Fase II, no próximo ano.

O ensaio de Fase I realizado em Melbourne, Austrália, avaliou a segurança, tolerabilidade e bioatividade da vacina Nexvax2 ®, que foi desenvolvido para a doença celíaca. Celíaca doença é uma doença auto-imune causada por uma reação imune à proteína do glúten encontradas no trigo, centeio e cevada.

Os três peptídeos em que a vacina é baseada foram identificados pelo Dr. Bob Anderson do Walter e Eliza Hall Institute divisão de Imunologia. A vacina está sendo desenvolvida pelos EUA ImmusanT empresa de biotecnologia, de que o Dr. Anderson é Diretor Científico e Médico-Chefe. Dr. Anderson apresentou os resultados da Fase I do estudo, no domingo no simpósio Digestive Disease Week, em Chicago, Illinois, EUA.

"Nexvax2 ® visa dessensibilizar os pacientes com os três peptídeos específicos em glúten que temos previamente identificados como" tóxico "para as pessoas com doença celíaca", o Dr. Anderson disse. "Nosso estudo de Fase I mostraram que Nexvax2 ® é seguro de usar e bem tolerada, e importante, que teve a resposta desejada biológicos em pacientes com doença celíaca".

Até um por cento da população mundial é afetada pela doença celíaca, que atualmente só é tratável com a eliminação do glúten da dieta. Em pessoas com doença celíaca, células do sistema imunológico reage ao glúten e desencadear uma resposta imunitária que danifica o revestimento do intestino delgado e inibe sua capacidade de absorver os nutrientes dos alimentos.

Dr. Anderson disse que a vacina seria adequado para tratar os cerca de 90 por cento dos pacientes com doença celíaca com a forma DQ2 genética da doença.

"Em nosso ensaio de Fase I, vimos um Nexvax2 ®-resposta específica de células T que confirma a bioatividade desejado no HLA-DQ2 pacientes genótipo," Dr Anderson disse. "Esperamos que a vacina para entrar ensaios clínicos de Fase II dentro dos próximos 10 meses, e espero poder demonstrar uma redução dramática na rejeição do corpo de glúten da dieta assim que os pacientes podem retomar uma dieta normal e retornar à boa saúde."

A Fase I estudo avaliou o efeito de injeções semanais de Nexvax2 ® mais de três semanas em pacientes com doença celíaca em um sem glúten estrita dieta. Ao mais alto doses, alguns pacientes tinham sintomas gastrointestinais semelhante ao que eles tinham experiência depois de comer produtos de glúten. Isto sugere que a vacina usa o peptídeos corretos para, eventualmente, ser capaz de tolerar o glúten.

Dr. Anderson disse que os peptídeos usados como parte da vacina poderia também ser usada para melhorar os testes de diagnóstico da doença celíaca.

"Diagnosticar a doença celíaca pode ser bastante oneroso, exigindo testes invasivos e biópsias para confirmar a doença", disse o Dr. Anderson. "Os resultados de um estudo populacional sugerem que uma combinação de sangue e testes genéticos poderiam efetivamente diagnosticar a doença celíaca sem esses testes dolorosos e invasivos, com até 50 por cento de redução nos custos, bem como, o que cria uma situação ganha-ganha".

ImmusanT está colaborando com a INOVA Diagnostics desenvolver melhores testes sorológicos para a doença celíaca. Além disso, está desenvolvendo um ImmusanT funcional de células T de diagnóstico, projetado para ser usado tanto como um teste independente, bem como um teste de acompanhamento para Nexvax2.

Por favor, siga o progresso ImmusanT está em www.immusanT.com.

Para mais informações

Penny Fannin
Comunicação Estratégica e Marketing
Ph: +61 3 9345 2345
Mob: 0417 125 700
E-mail: fannin@wehi.edu.au

( Jorge Rezende publicado em VIVA SEM GLUTEN.)

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BICARBONATO DE SÓDIO - IMPORTANTÍSSIMO

CÂNCER E FUNGOS

Um médico oncologista italiano, depois de anos de pesquisas e observações, descobriu algo simples, que considera a causa do câncer.
Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou suas conclusões e os resultados de sua terapia.
O médico observou que todo paciente de câncer apresenta aftas. Isso já era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratada como uma infecção oportunista por fungos [Candida albicans].
Ele achou muito estranho que todos os tipos de câncer tivessem essa característica, ou seja, embora a váriedade de tipos de tumores, todos têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente.

Então, pensou ele, pode estar ocorrendo o contrário: a causa do câncer pode ser o fungo. E para tratar esse fungo usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece:bicarbonato de sódio.
Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonado de sódio, não apenas ingerível, mas aplicado, mediante enxagues metodicamente controlados, diretamente sobre as manchas brancas (fungos) dos tumores.
Resultados surpreendentes começaram a acontecer.
Tumores de pulmão, próstata e intestino desapareciam como num passe de mágica, junto com as aftas.
Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados pelo médico e hoje comprovam, por seus exames, os resultados altamente positivos do tratamento.
Eis o método: a aplicação do bicarbonado de sódio diretamente sobre o tecido tumoral... Quaisquer tumores podem ser debelados com esse tratamento simples e barato.
Parece brincadeira, não é?
Mas foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui.
Bem que a homeopatia recomenda tratar tumores com borax, que é o remédio homeopático para aftas.
Afinal, uma boa notícia em meio a tantas ruins.
De novo, a pergunta que não quer calar: por que a grande imprensa não dá a menor cobertura a isso? Nem na TV, nem nas rádios, nem nos grandes jornais... Absolutamente nada. Quem os proíbe de noticiar?
O médico italiano teve que construir um site para divulgar o seu trabalho sobre a cura o câncer (ou, pelo menos, várias das suas formas) mediante a aplicação de solução de bicarbonato de sódio a 20% (200mg/l).
Imaginem! Bicarbonato de sódio... coisa que a gente encontra até no boteco da esquina.
No endereço http://www.cancerfungus.com você encontra o vídeo onde o especialista italiano mostra a evolução do tratamento, até a completa cura do paciente, em quatro casos. O site é apresentado também em Português: clicando-se na bandeirinha do Brasil, no alto da página, muda-se o idioma.
Repasse. Milhares de pessoas estão precisando saber o quecausa essa doença letal e uma das formas possíveis de tratamento.
(indicação da matéria: Glaucia Cutin)

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GENGIBRE - Antiinflamatório NATURAL

Certo dia entrou no consultório do Dr. Al Sears um novo paciente dizendo que estava se sentindo cansado, rígido e dolorido.
Disse que estava tomando quatro Advils por dia.
Se essa história lhe parece familiar, provavelmente você também faz parte do time dos que sentem dor crônica. Esta é a principal causa de incapacidade nos E.U.A , e sabe-se que pode ser totalmente insuportável às vezes.
O Dr. Al Sears avisa: Tomar analgésicos pode ser perigoso devido aos efeitos colaterais, que em alguns casos, podem até ser mortais.
Drogas como Motrin, Advil, Aleve, e outros AINEs (medicamentos anti-inflamatórios) têm sido associadas a danos nos rins, anemia,palpitações cardíacas e hemorragia gastrointestinal
Isso é realmente algo assustador!
Mas o Dr. Al Sears indica um analgésico que não tem efeitos colaterais.
E o mais interessante é que provavelmente você já tenha esse analgésico no seu armário de cozinha!
Pasme, mas esse analgésico se chama GENGIBRE.
Isso mesmo! Gengibre.
Durante séculos o Gengibre tem sido usado em toda a Ásia para tratar dores nas articulações,
resfriados e até mesmo indigestão.

O Gengibre cru ou cozido pode ser um analgésico eficaz, mesmo para condições inflamatórias como a osteoartrite. Isso porque a inflamação é a causa raiz de todos os tipos de problemas como
artrite, dor nas costas, dores musculares, etc.
Ele contém 12 compostos diferentes que combate a inflamação.
Um desses compostos abaixa os receptores da dor e atua nas terminações nervosas. Juntos, eles trabalham quase o mesmo que as drogas anti-inflamatórias, tais como o ibuprofeno e a aspirina, mas sem os efeitos colaterais.
Assim, se a sua intenção é eliminar esses analgésicos, passe a consumir o Gengibre.
Segue algumas dicas para você ter uma boa dose diária de gengibre:
Ao fritar alguns alimentos junte o Gengibre e mexa bem: ele vai adicionar um sabor revigorante para qualquer prato de carne e vegetais.
Complemento: A maioria das farmácias ou lojas de produtos naturais vendem gengibre em pó, em comprimidos ou cápsulas.

Procure por um extrato com gingerols 5%.
Use uma compressa de gengibre sobre zonas doloridas:
Isso vai estimular a circulação sanguínea e aliviar dores nas articulações.

Beber chá de gengibre: É barato. É muito fácil. O gosto é ótimo. E cura


Aqui está uma receita usada pelo Dr. Al Sears:
* Quatro copos de água;
* Um pedaço de aproximadamente 5 cm de Gengibre descascado e
cortado em fatias; * Limão e mel a gosto. Se preferir, use laranja
no lugar do limão. Fica ótimo!

Ferva a água numa panela com fogo alto.
Assim que começar a fervura adicione as fatias de Gengibre,
deixe em fogo baixo, cubra a panela
para que os vapores não saiam e deixe fervendo por aproximadamente 15 minutos.
O chá está pronto!
Basta coar, e adicionar o mel com o limão ou laranja.

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A Araruta
Araruta ( Maranta arundinaceae) cultivada pelos índios há 7 mil anos, a planta é um arbusto com 0,60 a 1,20 cm altura, possui rizomas que são extraídos uma fécula ou polvilho de alta digestibilidade, usado na confecção de inúmeros pratos, biscoitos, bolos, cremes, doces e mingaus, sendo recomendado sobretudo, para convalescentes e crianças de 06 a 08 meses. O rizoma ou túbera fresco contem, conforme a idade da planta, mais de 20% de amido. A Araruta não contém "glúten", uma proteína que está presente nos seguintes alimentos: trigo, aveia, centeio, cevada e malte. Pessoas com doença celíaca (tendencia genética) não podem consumir alimento com o glúten. Os sinais mais comuns da doença são: Diarréia crônica, prisão de ventre, anemia, falta de apetite, vômitos, emagrecimento, atraso no crescimento, humor alterado (irritabilidade ou desânimo, distensão abdominal (barriga inchada), dor abdominal, perda de apetite ou ganho de peso e osteoporose. Portanto, a revitalização desta cultura em fase de extinção é uma importante alternativa alimentar e medicinal. Na região do Recôncavo da Bahia, agricultores já produzem e comercializam a Fécula.

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Agricultores do Recôncavo voltaram a cultivar a araruta.
Famílias tradicionais do Recôncavo baiano voltaram a cultivar uma planta que, por muito tempo, serviu de base alimentar e, na cultura popular, povoou a infância de gerações na região: a araruta, que tem o nome científico de Maranta arundinacea. A raiz dessa planta foi muito procurada no passado, para produção de um polvilho básico na preparação de papa para recém nascidos, mingaus, biscoitos e bolos. Apesar da tradição e do sabor inigualável, foi substituída por produtos da indústria alimentícia e, sem o amparo industrial, cedeu para o polvilho de mandioca e a farinha de trigo e de milho.
A araruta não contém glúten, uma substância não-recomendada aos celíacos, pessoas impedidas de consumir trigo, aveia, cevada e centeio – que a apresentam, após eliminado o amido. No entanto, a araruta, que é produzida de forma artesanal no País, não integra o processo industrial das massas, embora comece a despertar o interesse da indústria produtora de amido no Brasil, devido às suas propriedades diferenciadas.
No Sítio Bonsucesso, na zona rural do município de Conceição do Almeida, com orientação técnica de um engenheiro agrônomo, dois pequenos produtores iniciaram o cultivo da araruta com vistas ao aproveitamento comercial da fécula, que pode ser industrializada da mesma forma que a mandioca.
São 100 kg de araruta para produzir 18 kg de fécula. Da família do gengibre, a araruta produz um rizoma rico em amido, de fácil digestão. Deste rizoma, fibroso, a extração do amido é nos moldes do que é feito com a mandioca, para obtenção do polvilho.Além de o polvilho de araruta ser raro na região, o cultivo da planta deixou de ser comum. “O mingau da araruta é apreciado no meio rural, mas perdeu-se o costume, pela dificuldade de encontrar a fécula. A araruta, além de nutritiva, tem valor medicinal. Estamos fazendo os primeiros testes com adubo orgânico”, ressaltou o pequeno agricultor Pedro Coni.
A araruta era cultivada pelos índios no Brasil antes da chegada dos portugueses. Nas últimas décadas o cultivo da planta entrou em declínio, devido à concorrência com a fécula de mandioca, mais fácil de ser obtida. Como resultado, a araruta deixou de ser produzida em quase todo o País e entrou em extinção em algumas comunidades indígenas.DONA JOVEM – Em todo o Estado da Bahia, uma das poucas produtoras que ainda cultivam a araruta é a agricultora Jovelina Fagundes dos Santos, de 71 anos. Dona Jovem, como é conhecida na região de Dom Macedo Costa, iniciou o plantio no Sítio Novo Riachão, com oito pés da planta, em 1982. Na época ela colheu 5 kg de raiz.
“Com ralo de lata, fazia o preparo caseiro do polvilho e, seguindo receitas, com resultados deliciosas, produzia mingau, bolo, biscoitos e vendia a farinha à vizinhança. Quem não podia pagar, trocava por galinha, ovos. Aumentei a produção da fécula e muita gente doente começou a procurar, para fazer mingau”, contou.Dona Jovem chegou a colher duas cargas de cestos (panacum) carregados de raiz da araruta.
“Vendia três litros da goma. Em um ano fiz 240 litros. Como só eu plantava, distribuí muitas mudas e raiz, mas, hoje, não se encontra quem cultive. Eu ganhei a primeira muda de uma tia do meu esposo, há quase 30 anos. Hoje, a produção é pequena e só faço a fécula quando encomendam, porque dá muito trabalho”, garante.
Foi Dona Jovem quem forneceu as mudas de araruta aos agricultores Carlos de Andrade e Pedro Coni, que começaram a plantar como forma de resgatar o cultivo. No ano passado, os dois receberam 20 mudas, depois mais 40, para começar o primeiro ensaio, um teste com adubo orgânico. “A produção é orgânica, o investimento é barato, o bagaço serve para compostagem e a araruta se adapta bem ao clima.
Nosso objetivo é incentivar o cultivo para o desenvolvimento local já que é uma cultura promissora”, garante Carlos de Andrade. Segundo Pedro Coni, o interesse no resgate do cultivo da araruta é buscar alternativa de emprego e renda para os pequenos agricultores. “Estamos à disposição das instituições financeiras para parceria para podermos expandir o plantio da araruta na região e incentivar o pequeno agricultor a plantar”, assegura.“Ela é uma cultura rústica, exige pouco manejo e tem ciclo anual. A colheita é maio-setembro. Plantada em períodos chuvosos”, explica o agrônomo Ivan de Assis.

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A Araruta

A araruta é uma planta arbustiva que pode chegar a altura de 1,2 metro. Da família das marantáceas, seu nome científico é Maranta arundinacea e popularmente é chamada também de agutingue-pé, araruta-caixulta, araruta comum, araruta-palmeira e embiri. Suas folhas têm forma de lanças, peludas na parte inferior. As flores são brancas e pequenas. Nascem solitárias ou em panículas terminais -- cachos na ponta dos ramos -- e o fruto contém sementes rugosas, de cor vermelho-pálida. São duas as variedades nativas de maior importância encontradas no país: comum e creoula. A comum é a que produz fécula de melhor qualidade. Seus rizomas são claros, em forma de fuso, cobertos por escamas e atingem até 30 centímetros dependendo da qualidade do solo, embora o tamanho normal varie de 10 a 25 centímetros. A creoula produz rizomas na superfície da terra, em touceiras, que precisam sere lavados várias vezes para perder a camada escura. Caso contrário, produzem uma fécula negra e de baixa qualidade.

Melhor variedade: comum.

Plantio: No Brasil o cultivo da araruta encontra boas condições ao nível do mar e em clima temperado. Solos arenosos e profundos são os ideais por favorecer o crescimento dos rizomas. A presença de argila pode ser necessária em per;iodos de seca, mas o exsso de umidade leva ao empobrecimento dos rizomas. O solo precisa ser arado com até 20 cm de profundidade para que fique bem fofo. São usados os rizomas inteiros, pois proporcionam maior índice de brotação, ou mudas dessas brotações. Nesse caso, é preferivel plan tar os rizomas em viveiros e depois destacar as mudas quando os brotos atingirem 10 cm. Coloca-se as mudas no fundo dos sulcos de 10 cm, com distância de 40 cm entre eles, recobertos de terra. São necessárias de2 a 3 toneladas de mudas por hectare. Os tratos culturais se restringem às capinas e "chegamento" de terra às plantas, conforme a necessidade. Sempe que for possível, deve-se utilizar adubação organica e mineral. A formulação proposta pelo Cerat --- Centro de Raízes Tropicais, da Unesp --- Universidade Estadual Paulista, campus de Botucatu, SP, que esta desenvolvendo estudos sobre as aplicações e o cultivo da planta, é a seguinte: 415 quilos de superfosfato simples e 72 quilos de cloreto de potássio por hectare. Adubar no sulco e, quando as plantas estiverem com 20 cmde altura, aplicar 125 quilos de sulfato de amônia ou nitrocálcio por hectare. A planta é imune a boas partes das pragas, mas a vaquinha e a broca dos rizomas são as que mais a atingem fazendo com que as raízes apodreçam.

A colheita que pode ser manual, com enxadões ou mecanizada, é feita após 11 e 12 meses do plantio. As folhas ficam murchas, com coloração parda, tornam-se amarelo-palha e esbranquiçadas, não se mantêm mais eretas e tombam no solo.

Época de plantio: junho - setembro.

Espaçamento: 80 x 30cm.

Mudas necessárias: 2-3t/ha (rizomas).

Combate à erosão: plantar em faixas de nível alternadas com outras culturas.

Adubação: aproveitar o efeito residual dos aplicados para a cultura do ano anterior.

Tratos culturais: capinas e amontoas, preferivelmente mecânicas.

Combate à moléstias e pragas: usar apenas mudas de plantações sadias.

Época de colheita: maio - setembro.

Produção normal: rizomas: 10-20t/ha.

Melhor rotação: milho e adubos verdes.

Utilidade: O rendimento da araruta oscila entre 6 a 12 toneladas de rizomas por hectare e cada 100 quilos de rizomas resultam em 15 a 18 quilos de fécula. Após a colheita, os rizomas destinados ao novo plantio devem ser armazenados em ambiente seco e bem protegido. Os destinados à produção da fécula precisam ser descascados com cuidado. Caso isso não aconteça, a fécula ficará de cor amarelada e cheiro forte que só tendem a desvalorizá-la. Depois de descascados, são ralados para obter massa, que é, então, lavada com água sobre um pedaç o de tecido de algodão ou peneira. A fécula atravessa o tecido e os resíduos fi cam retidos. O resultado é um pó fino, branco-acinzentado e sem cheiro. Tem reação neutra (pH neurto) e com água fria forma uma pasta não viscosa. A fécula da araruta pode ser utilizada no preparo de mingaus, bolos, cremes e biscoitos. De fácil digestão e tida como restauradora de forças, é idicada para criaças e idosos e para pessoas em convalescença ou com debilidade orgânica. A oferta reduzida desse produto sempre provocou tentativas de falcificação com amido de arroz, trigo , fécula de batataou mandioca. Uma empresa paulista que oferece a fécula ensacada chegou interromper por alguns meses a produção por não encontrar produto de qualidade no mercado. No entanto, é fácil detectar a fraude. A fécula da araruta pura misturada com água quente proporciona uma pasta transparente. Caso seja falcificada, a pasta fica gosmenta.

Fonte: Globo Rural

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Alho Negro
O bulbo comum, fermentado e envelhecido, perde o sabor ardido, recebe cor e começa a chegar às mesas de restaurantes brasileiros
Doce, frutado e macio. Quem diria que essas seriam qualidades atribuídas a um alho? Um processo originário do Oriente para fermentação e envelhecimento do bulbo comum (Allium sativum) traz nova cor à mesa. Com casca dourada e dentes escuros, pode levar a pensar que foi queimado ou está apodrecido. Mas, tal como vinho, o alho negro fica ainda melhor com o passar do tempo quando se tomam alguns cuidados.

A história faz segredo sobre a procedência da técnica de preparo do alho negro, assim como fazem aqueles que dominam o processo. O que se sabe, no entanto, é que coreanos e japoneses disputam o posto de criadores da iguaria. Na Coreia, foi introduzido como suplemento na dieta por conter alto teor de antioxidantes, substâncias benéficas à saúde. Na internet, há referências sobre um pesquisador japonês que teria “inventado” o tal alho em 2005. E foi justamente no Japão que o famoso chef espanhol Ferran Adrià o teria provado pela primeira vez, em 2007. De concreto mesmo, somente há a certeza de que o ingrediente é novo tanto para os orientais quanto para os ocidentais e que só agora, atraindo os olhares do mundo, escreve seu primeiro capítulo.
No Brasil, uma única produtora domina a técnica que transforma o alho comum em alho negro. Marisa Ono, cozinheira de mão cheia, vive em um sítio em Ibiúna, SP, e compartilha suas experiências culinárias no site Delícia. Uma conversa numa comunidade na internet, dois anos atrás, teria despertado o apetite da produtora por informações sobre a novidade. No fórum online, ela soube da existência da guloseima por meio do chef de cozinha Carlos Bertolazzi, do paulistano Zena Caffè. No ano anterior, ele havia estagiado no restaurante de Ferran Adrià, na Espanha, onde foi apresentado a caixas e mais caixas do produto, grafadas com letras japonesas. Não compreendia o que estava escrito, mas o sabor e o aroma despertaram sua atenção. “Fiquei maravilhado, e, de volta ao Brasil, perguntei à Marisa se ela sabia do que se tratava”, diz.

Processo de produção

Grande parte da bibliografia para entender o processo de produção do alho negro encontra-se em japonês. “No final de 2008, chegou um Sedex para mim, com uma carta escrita a mão. Eram alhos negros obtidos por Marisa, e eu fiquei surpreso, porque mesmo sem conhecê-lo antes, sem saber a textura e o sabor, ela tinha chegado a 99% das características do produto. Ela fez o primeiro alho negro sem nunca ter visto um”, conta Bertolazzi.

Segundo ele, para fabricar um alho negro é necessário selecionar as melhores cabeças do alho comum – geralmente as com dentes maiores –, além de ter conhecimento sobre processos de fermentação. Escolhidas as cabeças, elas são mantidas numa estufa por entre três semanas e um mês. Nesse período, são controladas a temperatura e a umidade para que possibilitem atingir a coloração e o ponto ideal de maturação. “Não se aplica nada: é alho puro”, explica o chef. Depois de pronto, se bem conservado em embalagem fechada na geladeira, o alho negro tem validade de três meses.
A casca dourada indica o cuidadoso processo de fermentação que é dado ao produto
Uma das qualidades do alho negro é sua versatilidade na culinária, indo bem até em sobremesas. O chef do Zena Caffè diz que já viu chocolate e sorvete com alho negro. “Ele lembra vinagre balsâmico, tamarindo e melaço, combina bastante com massas, frutos do mar e defumados. Quem não gosta do alho cru, quando experimenta o negro, vê que é uma coisa completamente diferente”.

O alho negro é pouco conhecido no país, mas aos poucos vem sendo introduzido na gastronomia brasileira. O consumo ainda é restrito a restaurantes e aos poucos entusiastas que procuram por novidades. Em São Paulo, a iguaria pode ser encontrada também em pasta, em empórios no bairro do Bom Retiro. Mas, in natura, só mesmo com Marisa, que comercializa o quilo a R$ 100 e envia por correspondência, adicionando os custos de frete.
Onde comprar:
www.marisaono.com/alho_negro